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Competence divulga Preview Inverno 2010 da Paquetá

campanha

24.02.2010 por Notícias

Já está em veiculação a campanha Preview Inverno 2010 da Paquetá criada pela Competence, que divulga o novo conceito da rede de calçados: “Pra você andar sempre na modaâ€. O objetivo é dar aos clientes a certeza de que, na Paquetá, é possível encontrar uma grande variedade de sapatos com muito estilo e preços acessíveis.

Estrelada por Juliana Mueller, atual Garota Verão e apontada como uma das promessas da próxima década, a campanha conta com encartes de ofertas, peças de pontos-de-venda, anúncio na Revista Quem e anúncios em jornais dos estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Rio de Janeiro.

A modelo calçou e vestiu cerca de 15 looks , representando a versatilidade da mulher Paquetá. O material da campanha e do look book foram clicados por Letícia Remião.

Ficha técnica
Agência: Competence
Direção de Criação: Marcelo Pires
Direção de Arte: Daniele Almeida
Redação: Rodrigo Silveira
Produção Gráfica: Carla Mainá
Mídia: Carla Azevedo, Taís Souza e Jamine Fagundes
Planejamento: João Satt e Mariana Verçoza
Atendimento: Marcela Cheuiche, Liege Ruas e Liliane Gheno
Arte-final: Fábio Oliveira
Fotografia/ilustração: Letícia Remião
Tratamento de imagem: Digital Imagens Perfeitas
Aprovação (cliente): Paulina Bacher e Lisiane Silveira

Abraços, Nei Lisboa.

Artigos

23.02.2010 por Notícias

Por Marcelo Pires

Nei Lisboa deu entrevista para o Segundo Caderno de ZH. Ótima entrevista. Falou sobre sua formação, seu trabalho, sua filha, Maria Clara, falou sobre rock, sobre MPB, sobre seu processo criativo.

Como estava fazendo uma retrospectiva, um balanço da sua carreira, declarou: “A música da minha terra, que eu ouvia de criança, o Teixeirinha, por exemplo, nunca me seduziu a ponto de eu profissionalmente produzir alguma coisa com ela. Tudo em torno dela me parece muito ruim, estética, ideológica e musicalmente. Isso inclui, sobretudo o que o tradicionalismo tem feito com a música do Rio Grande do Sul nas últimas décadas. Eu comecei a me lançar na virada dos anos 1970 para os 1980, quando foi também o boom dos festivais, do tradicionalismo. E foi também, no começo dos 1980, que o rock brasileiro começou a mandar na cena. Enfim, que identidade musical a gente tem aqui em Porto Alegre? “Há uma dificuldade nessa matériaâ€. E concluiu: “A música gaúcha se torna intragável para qualquer pessoa mais esclarecida. Não é só o fato de não me representar. Eles foram absurdamente reacionários, a música começou a ser tutelada em termos do que vestir e não vestir em cima do palco, um absurdo. Qualquer adolescente urbano mediamente esclarecido, hoje em dia, se coloca a quilômetros de distância dissoâ€.

Nei não falou isso do nada, estava explicando a respeito da sua sensibilidade, do seu jeito de pensar, compondo o seu perfil, finalidade da matéria. Mas, neste verão chuvoso, também choveram protestos vindos dos representantes dos nossos nativistas. O Presidente do Instituto Gaúcho de Tradição e Folclore, Manoelito Savares, declarou: “Ele (Nei) foi deselegante. Não acho que precise ser trucidado, mas acho que perdeu pontos com quem admira outros estilos de músicaâ€.

Fiquei chocado com o verbo: trucidado. Trucidar quer dizer matar com crueldade, com selvageria, causar o fim de, exterminar, destruir, esmagar. Nada mais precisaria ser dito. Ao dizer que Nei não precisa ser trucidado, apesar desta benevolência momentânea, o Presidente do Instituto Gaúcho de Tradição e Folclore revelou o tipo de tratamento que nossos nativistas costumam adotar com quem discorda das suas opiniões.

Devido à reação dos tradicionalistas, Nei Lisboa escreveu um adendo as suas declarações, um não aos “patrões da culturaâ€. Nei escreveu: “Não estou subestimando a inteligência de ninguém ao dizer que a música gaúcha torna-se intragável para um adolescente esclarecido. Estou é afirmando que as gerações do século 21 não irão compactuar com os preconceitos, os estereótipos e o regramento artístico do movimento tradicionalista. Alguém (mais esclarecido) dirá que essa é uma generalização equivocada, já que nem toda a música regional se submete ao perfil do MTG, e que ela abriga outros movimentos, como o nativismo, a tchê music, a projeção folclórica, etc. Está certo. Mas, cá entre nós, essas diferenças não são sempre cristalinas para o público. E se há de fato aqueles que refugam o modelo oficialista e conservador, pouco se escuta sua voz. Onde está essa contestação? No espaço mais visível da mídia, o que predomina é uma nebulosa monotemática, sempre pilchada a rigor… Aqueles poucos que se apressaram em amesquinhar o tema são os interessados de sempre em insuflar a defesa da “valorosa honra do Rio Grandeâ€.

Contei tudo isso por um motivo muito simples. Já que Nei anda sendo, não trucidado (ufa!), mas altamente patrulhado, quero fazer o contrário, quero provar que nem só de brigadas ideológicas vivem o nosso Rio Grande. E reafirmo aqui minha admiração pelo seu trabalho e pela agudez das suas palavras, tanto nas letras das canções quanto nas respostas do perfil no Segundo Caderno.

Criativo da Competence na Diretoria do CCPR

Mercado

19.02.2010 por Notícias

Marcelo Amorim, redator da Competence Paraná, assumiu o cargo de Diretor de Divulgação do Clube de Criação do Paraná (CCPR). “Serei responsável pelas campanhas que divulgam os eventos, programações e, principalmente, a temporada de inscrições de peças para o próximo anuário. O desafio maior é reativar o interesse de todos os criativos e de todas as agências em inscrever seus melhores trabalhos, reafirmando a importância e satisfação de ter uma peça incluída no anuárioâ€, explica.

Amorim acredita que, apesar do CCPR ser um dos mais atuantes do Brasil, ainda existem lacunas e deficiências que precisam ser superadas: “Uma delas é o baixo índice de participação dos profissionais do interior do estado. Minha intenção é ajudar o Clube a trazer esses profissionais para mais perto, a fim de que eles participem ativamente não apenas do anuário, mas também das demais atividades programadas pelo Clube. A verdade é que essa participação é boa para os dois lados, valoriza e fortalece a entidade e seus profissionaisâ€.

Paulistano, formado em Direito, Amorim foi um dos selecionados no primeiro “Caça Talento†do Clube de Criação de São Paulo. “O que mais tarde me levou a cursar uma pós-graduação na área de comunicação e a decidir por abandonar o Direito. Em São Paulo, trabalhei na JWT e na Bullet, vindo para Curitiba no final de 1997, e atuando como redator na OpusMultipla, Propeg, ByVivas e Trade Marketing, além de diretor de criação da Refinaria Promocionalâ€, complementa. A partir de 2004, passou a realizar campanhas políticas, tendo criado em 2006 aquele que provavelmente é o comercial de maior repercussão na história das eleições paranaenses, o filme “Os Waltonsâ€, que levou medalha de ouro no Prêmio Colunistas Brasil.

Na Competence desde fevereiro de 2009, Amorim atende os clientes Carrefour, Itaipu Binacional, Sebrae e Sicredi Paraná.

Competence Paraná desenvolve ação inédita para Carrefour

Mercado

18.02.2010 por Notícias

A Competence Paraná criou uma ação na BR 277 – rodovia de grande importância comercial e turística na Região Sul, por ligar Curitiba ao Porto de Paranaguá e que dá acesso ao litoral paranaense.

Neste trecho, onde trafegam 5,5 milhões de veículos por ano, a agência distribui folhetos com dicas para prolongar o verão, focando cuidados com o cabelo, carro, celular e alimentação saudável, além de ofertas referentes a estes temas. Através deste material, foram divulgados o serviços de Drogaria e Postos de Combustível Carrefour.

A ação aconteceu no dia 16 de fevereiro– data de maior movimento no retorno do Carnaval–, na Praça de Pedágio de São José dos Pinhais, que contabilizou fluxo médio de 22 mil veículos/dia.

Competence reposiciona Metrovel

campanha

8.02.2010 por Notícias

“É simples sair de carro novo†é novo conceito adotado pela agência

Entrou em veiculação no dia 8 de fevereiro a campanha que divulga o novo posicionamento da Metrovel. Criada pela Competence, a campanha utiliza o conceito “É simples sair de carro novoâ€, ressaltando a proximidade dos clientes com a rede, com destaque para os serviços oferecidos pelos funcionários da concessionária, que fazem o possível para o cliente sair com carro novo. Usado ou zero kilômetro, o objetivo é a realização do sonho de consumo de adquirir um automóvel.

Para isso, foram produzidos anúncios– com três imagens diferentes–, que circularão em jornais de Porto Alegre e Grande Porto Alegre, além de material para os pontos-de-venda localizados na Capital, Canoas e Camaquã. Também compõem a campanha VT de 15 segundos veiculados na TVCOM, e uma série de três spots .

A loja localizada na Avenida Padre Cacique, em Porto Alegre, sofreu uma repaginação, com nova adesivagem e iluminação especial para marcar o novo posicionamento.

Ficha técnica
Anunciante: Metrovel
Agência: Competence
Atendimento: Rosângela Lopes e Rodrigo Ruschel
Direção de Criação: Marcelo Pires
Direção de Arte: Marcos Hubner
Fotografia/ilustração: Marcelo Nunes – Estúdio Bandit
Manipulação de Imagem: Complex
Redação: Thiago Ferreira
Produção Gráfica: Guilherme Loureiro
Arte-final: Edson Monero
Produção Eletrônica: Flávia Cota e Adriana Cardoso
Mídia: Carla Azevedo e Jamine Fagundes
Planejamento: João Satt, Vitória Satt e Patrícia Carneiro
Produtora de Ãudio: Lado B
Produtora de Vídeo: Dr. Smith
Aprovação (cliente): Luiz Roberto dos Santos Dias e William Weber Dias

Dica de blog

Sem categoria

1.02.2010 por Notícias

Marcelo Pires

Gente, li um ótimo livro: “De cuba com carinhoâ€, de Yoani Sanchez, da Editora Contexto. A autora é “blogueiraâ€, mora em Cuba, é acessada no mundo inteiro e foi eleita pela revista Time, uma das mulheres mais influentes do mundo. Yoani ficou tão importante porque morando na castrante ilha dos castros recusou-se a ficar ilhada: enfrenta todo o tipo de problema para manter seu blog no ar e, assim, informar ao mundo todo o cotidiano de uma mulher comum. Além disso, Yoani escreve bem pra caramba. E a gente fica com vergonha de usar camisetas estampadas com Che Guevara depois de entrar em contato com esta doce mulher, mãe do adolescente Téo.

Segue discurso que a Yoani publicou no blog depois que ganhou o prêmio “Ortega y Gasset†de jornalismo digital.

“Me apraz reconstruir a “cena do crime†que deu lugar a Geração Y. Voltar a viver esses dias de abril, faz já um ano, em que cansada de não ver refletida minha realidade na imprensa, na televisão ou rádio, decidi começar a contar-la em um Blog. Não sabia que este ato de extrair a “informação pelas minhas mãos†era algo que já tinha um nome: jornalismo cidadão.

Para começar, desenhei uma página simples e lhe ornei com essa exótica letra com que meus pais me inscreveram no grupo dos Yohandry, Yanileydis, Yuniesky e Yordanka. A semelhança onomástica, entre eles e eu, reforçou-se com algumas vivencias comuns donde sobressaiam as escolas no campo, os bonequinhos russos, as saídas ilegais e a frustração. Os posts foram saindo cotidianamente, marcadas por essas erupções emocionais que os jornais não publicariam jamais. Depois, chegaram os comentaristas. Em seus textos eles acreditavam ser eu a Juana d`Arc do cyberespaço, ou uma agente da CIA ou da Seguridad del Estado. Saboreei então o desconhecido sabor da liberdade de expressão, a vertigem de que todos pudessem dizer o que pensavam.

Geração Y é um exorcismo individual, que a modo de terapia, receitei a mim mesmo em princípios do ano passado. Cheguei a esta “cura cavalar†depois de comprovar que a Internet era o único resquício por onde uma opinião alternativa, crítica e incômoda podia pular o cerco da censura em Cuba. Ao redor de mim, os exemplos de defenestrados, separados, banidos e encarcerados, advertiam-me que opinar diferente seguia sendo penalizado. Porem os inquisidores envelhecem, seus métodos não se desenvolvem na mesma velocidade que a tecnologia. Assim é que alí estava a Internet, até agora sem leis que impedissem colocar-se opiniões nela; como uma zona não regulada: uma fenda que se abria no muro.

Não faltaram os que me chamaram à paz do silencio, à tranquila mansidão da apatia. Alertaram-me sobre esta armação legal e policial que maneja conceitos como “propaganda inimigaâ€, “quintacolunismoâ€, “assalariados do Império†ou - nos casos mais leves - mero “diversionismo ideológicoâ€. Recomendaram-me que fugisse, indicaram-me a emigração como o caminho mais curto à catarse; todavia, ao invés de comprar um motor de chevrolet para cruzar o estreito da Flórida, tornei-me uma balseira virtual. Escapei, porem não de meu país, senão do medo, da paranóia e do conformismo.

Terminei por chegar, com esta balsa-blog, a um território prazeroso e doloroso a sua vez, onde a responsibilidade cívica já nao me deixa voltar atrás. Agora tenho duas vidas, uma real, parcelada e fiscalizada, onde escuto ordens, lemas e chamados à batalha; outra, virtual, enorme, livre, onde comecei a sentir-me cidadãâ€.